Com slogam “ESSÊNCIA DE VIDA”, Olina tem a cara dos Gaúchos. A Olina é o primeiro medicamento do Rio Grande do Sul a ser registrado em cartório. O documento original está exposto no Museu da Farmácia, localizado na Faculdade de Farmácia na Av. Ipiranga, em Porto Alegre.  Acusado de curandeirismo, criador da Olina chegou a ser preso por vender o produto, após a detenção, em 1919, João Wesp registrou o remédio para continuar com a comercialização.

1911 – A CHEGADA NO BRASIL

Imigrante alemão, Sr. João Wesp chega ao Brasil trazendo consigo a fórmula do medicamento “Essência de Vida”, que fabricava anteriormente na Alemanha ao lado do colega Dr. J. Spanger. A eficiência da fórmula vem da combinação de sete ervas distintas, com resultados terapêuticos amplamente reconhecidos na medicina tradicional europeia.
O Sr. João Wesp, ao lado da família, passou seus primeiros anos no Brasil focado em aprimorar a receita da essência de vida e captar recursos para a criação de seu próprio laboratório.

1912 – FABRICAÇÃO TRADICIONAL

 

 

A produção inicial do medicamento era completamente artesanal, utilizando um processo de envelhecimento em barris de carvalho. O Sr. João Wesp, ao lado da família, embalava a essência de vida em sua própria residência e percorria as colônias alemãs do interior do estado, vendendo de casa em casa.

 

1916 – O LABORATÓRIO

 

 

Em 1916 é inaugurado o Laboratório Wesp, no mesmo local em que está situado até hoje. Acompanhando o crescimento da marca ao longo dos anos o laboratório também expandiu, e hoje possui uma área construída de 2.400m².

 

 

1919 – O SURGIMENTO DA OLINA

 

 

1919 foi o ano em que o produto foi comercialmente registrado. Embora fosse amplamente conhecido como Essência de Vida, era necessário algo a mais para torná-lo único. Assim o Sr. João Wesp decidiu homenagear sua terra natal e batizar o medicamento de Olina, um nome feminino tradicional na Alemanha e semelhante ao nome de sua querida irmã, a Lina.

 

A GENIALIDADE DE JOÃO WESP

 

 

Mesmo após o grande crescimento da marca, o Sr. João Wesp supervisionava pessoalmente todas as etapas de fabricação da Olina. Ao longo dos anos, o mesmo desenvolveu novas técnicas de extração que foram mantidas em absoluto segredo por 3 gerações. Sem nunca perder o foco do principal produto, a paixão por inovação do Sr. Wesp o levou a pesquisar e lançar diversos outros produtos na área da saúde e bem-estar.

 

 

A IMPORTÂNCIA DA FAMÍLIA

 

A força e a união da família foi um dos principais impulsionadores para o sucesso da Olina. Os filhos dos Wesp não deixaram a produção de lado com a evolução da empresa, muito pelo contrário. Buscaram especialização em farmacologia em suas formações e participaram ativamente em todos os setores de produção.
Em uma época onde a participação da mulher no mercado de trabalho ainda atraía olhares reprovadores, o Laboratório Wesp não só lhes oferecia essa oportunidade como empregava preferencialmente profissionais femininas.

 

 

MANTENDO O BEM-ESTAR NATURAL

Com o objetivo de evitar solventes químicos no processo de elaboração, o Laboratório Wesp adquiriu uma nova leva de equipamentos modernos e tornou o controle dos métodos de fabricação ainda mais rigoroso.
Com a conquista de novos mercados em Santa Catarina e Paraná, ampliou-se a produção ao ponto de se ultrapassar os 100.000 litros de armazenamento de Olina (em adega própria, pois o método tradicional requer envelhecimento nos barris de carvalho).

 

 

O FIM DE UM CAPÍTULO O COMEÇO DA HISTÓRIA

 

 

 

Sr. João Wesp faleceu pouco antes da empresa completar 50 anos. Sua viúva e o filho Alfredo Wesp deram continuidade ao legado, investindo cada vez mais em qualidade e eficiência.

 

 

PIONEIRA GAÚCHA

 

 

 

A Olina é o primeiro medicamento do Rio Grande do Sul a ser registrado em cartório. O documento original está exposto no Museu da Farmácia, localizado na Faculdade de Farmácia na Av. Ipiranga, em Porto Alegre.

 

 

 

 

Fonte:
Laboratório Wesp Ltda.
​Rua Buttenbender, 184 – 92200-570. Canoas – Rio Grande do Sul – Brasil.