Barrichello confirmado nas três últimas corridas da Stock Car

Apesar de o cronômetro não ser sua principal preocupação, já que queria conhecer o carro, o melhor tempo de Rubinho nos treinos desta segunda-feira em Curitiba foi 1min20s7, à tarde.

Rubens Barrichello está garantido nas três provas da Copa Caixa Stock Car até o final da temporada. Na tarde desta segunda-feira, nos treinos no Autódromo de Curitiba, o experiente piloto confirmou que, em vez de participar somente da Corrida do Milhão Goodyear, também estará no grid já neste domingo, às 9h30 (com o Horário Brasileiro de Verão em vigor), na décima etapa, a ser disputada na capital paranaense, e no dia 11 de novembro em Brasília. O encerramento será no dia 9 de dezembro em Interlagos, o mais tradicional autódromo brasileiro, que Rubinho conhece muito bem. Além de ter sido criado ao lado da pista, ele também fez 19 corridas da Fórmula 1 em São Paulo e algumas por outras categorias de base. Ele é o 14º piloto a participar da F 1 e da Stock Car.

 

Agora, Barrichello passa a integrar o seleto grupo ao lado dos brasileiros Raul Boesel, Ingo Hoffmann, Chico Serra, Christian Fittipaldi, Tarso Marques, Enrique Bernoldi, Ricardo Zonta, Luciano Burti, Roberto Moreno, Luiz Pereira Bueno, Wilson Fittipaldi Jr., Antonio Pizzonia e do canadense Jacques Villeneuve, o convidado do ano passado.

 

``Tem sido uma experiência muito boa guiar um Stock Car e, apesar das grandes diferenças entre os monopostos e este carro de Turismo, eu e a equipe chegamos à conclusão que correr duas vezes antes será bom treinamento para a Corrida do Milhão``, disse Barrichello na tarde desta segunda-feira quando ele deu cerca de cem voltas nas três horas de treinamento no traçado misto da pista curitibana.

 

Rubinho confessou ter sentido naturais dificuldades para se adaptar ao Stock Car - um carro carenado - depois de duas décadas pilotando fórmulas, mas nada insuperável. Pelo contrário, explicou ele com seu jeitão meio moleque.

 

``Perguntar para mim se guiar carro de corrida é bom é a mesma coisa que dar bala para criança. Ela pode gostar mais de uma de chocolate ou morango, mas vai curtir a que você der do mesmo jeito. Como corro desde os seis anos e ainda tenho paixão pelo que faço, sinto falta quando fico um mês sem pilotar. Vim aprender na Stock e sei que além da torcida tem mil coraçõezinhos das crianças do Instituto Barrichello Kanaan, que vai receber o dinheiro do meu cachê``, disse Rubinho numa referência ao trabalho social feito ao lado do amigo e companheiro da Fórmula Indy Tony Kanaan, outro grande nome confirmado, mas somente para a etapa de Brasília e para a Corrida do Milhão Goodyear. 

 

No final desta segunda-feira, Rubens Barrichello fez a simulação de um treino classificatório e de uma corrida de 40 minutos, algo que ele enfrentará já no domingo, e marcou 1min21s4. Só para se ter uma referência, na corrida passada, neste ano, com os motores com potência um pouco maior, a pole position foi de Valdeno Brito com 1min20s393. 

 

Estima-se que agora os tempos subirão cerca de meio segundo, o que colocaria Rubinho bem posicionado no grid. Justamente por conhecer pouco dos Stock Car, Barrichello não sentirá diferença, mas os carros da principal categoria do automobilismo brasileiro ganharam cinco quilos de peso devido aos suportes necessários para o novo banco, que foi aprovado pelo experiente Barrichello. Agora, os carros têm peso mínimo de 1.325 quilos.

Construção robusta do caminhão garante sobrevivência de Diumar Bueno

Trabalho constante pela segurança garantiu ao piloto a condição de sair com vida do acidente mais sério da história da Fórmula Truck

A oitava etapa do Campeonato Brasileiro de Fórmula Truck, disputada no último fim de semana na cidade gaúcha de Guaporé (RS), foi marcado pelo acidente sofrido por Diumar Bueno na quarta e última sessão de treinos livres, na manhã de sábado (13). Foi o acidente mais sério dos 17 anos de história da categoria, considerando suas consequências para o piloto paranaense. E que atestou a segurança aplicada na construção dos caminhões de corrida.

 

Bueno percebeu a falta de freios na reta dos boxes, tomou o caminho da área gramada à esquerda da pista e, sem conseguir diminuir a velocidade, cruzou a pista na curva Um, rompeu o muro de proteção e despencou de uma altura de mais de 15 metros, até cair na via interna de acesso aos boxes. Ele foi levado ao Hospital Manoel Francisco Guerreiro, em Guaporé, e removido em seguida ao Hospital Marcelino Champagnat, em Curitiba, sua cidade.

 

O piloto foi submetido a procedimentos cirúrgicos no domingo (14). Os exames apontaram que Bueno sofreu 17 fraturas na perna direita, 15 fraturas na perna esquerda, fraturas nos ossos nasais e faciais, além de fraturas nos pés e cortes nos calcanhares e na língua. A estimativa inicial da equipe médica que efetuou a cirurgia é de que o piloto só poderá voltar a caminhar dentro de aproximadamente seis meses. Não há risco de morte, segundo os médicos.

 

O fato de Diumar Bueno ter sobrevivido ao acidente reflete o trabalho constante que a Fórmula Truck desenvolve para proporcionar aos pilotos e aos espectadores o nível de segurança mais alto possível. A construção robusta do caminhão, ditada por um regulamento técnico rigoroso, ofereceu condições ao piloto de sair com vida do acidente, cuja imagem, disponibilizada pela Fórmula Truck, foi veiculada por toda a mídia esportiva brasileira.

 

Um dia antes do acidente de Bueno, durante o briefing com pilotos, a organização da categoria comunicou o agendamento de uma reunião para dia 8 de novembro, véspera dos primeiros treinos para a nona etapa no Autódromo Internacional de Curitiba. Em pauta no encontro estará justamente o pacote de medidas que serão adotadas para reforço no padrão de segurança, tanto dos caminhões quanto dos autódromos que recebem as corridas.

 

“Nosso objetivo é sempre o de melhorar essas condições. Foi até uma coincidência ter acontecido esse acidente com o Diumar exatamente um dia depois de marcarmos uma reunião para tratar disso”, comentou a presidente da categoria, Neusa Navarro. “A preocupação não é só com a construção dos caminhões, mas também com os autódromos. Muitas vezes, a própria Fórmula Truck executa obras e reformas nos autódromos”, ela lembra.

 

GRANDE PRÊMIO CRYSTAL

Neusa Navarro observa que o acidente sofrido por Bueno contrastou com a realização da etapa guaporense da Fórmula Truck. “Em linhas gerais, foi mais um evento maravilhoso. O público compareceu em peso, como sempre, acredito que tenhamos reunido mais de 40 mil torcedores. No domingo cedo eu sobrevoei o autódromo e o que vi foi uma imagem que emociona, o autódromo cheio, bem cuidado. Tudo isso comprova a força da etapa de Guaporé”, diz.

 

A movimentação em torno do evento, que pôs em disputa o Grande Prêmio Crystal, foi iniciada no feriado de sexta-feira (12), Dia da Padroeira do Brasil, quando também se celebrou o Dia da Criança. O projeto Truck Kids foi levado ao centro da cidade e , para uma volta em um dos minicaminhões, cada criança doou um quilo de alimento. “A ação arrecadou quase uma tonelada de alimentos, que repassamos a entidades de Guaporé”, informou Neusa.

Ramon Sacilotti quer abrir vantagem no Brasileiro de Rally Baja

Líder da Super Production está confirmado na prova de Ilha Cumprida (SP), válida como penúltima etapa do calendário

Ramon Sacilotti garantiu presença na quinta e penúltima etapa do Campeonato Brasileiro de Rally Baja, a qual será realizada neste final de semana em Ilha Cumprida, litoral Sul de São Paulo. O objetivo do líder da Super Production é abrir vantagem na tabela. “Estou apenas quatro pontos na frente e pretendo ficar mais tranquilo para a final da competição, que será o Rally dos Amigos em dezembro”, comentou o piloto patrocinado pela Rinaldi.

 

Sacilotti soma 136 pontos, contra 132 de Wilson Pereira Júnior e 103 de Bernardo Bonjean. “Estou pronto para largar e gosto muito de competir em Ilha Cumprida. O prólogo, no sábado, é disputado em uma pista de motocross diante do público, que costuma comparecer em peso, e é um show. Todas as vezes que disputei esse prólogo eu venci e espero manter esse retrospecto”, continuou. A prova do domingo inclui duas especiais que totalizam 222 quilômetros.

 

“Como o meu objetivo é garantir o máximo de pontos possível e o rali é curto e com muita areia, o que o torna cansativo, pretendo atacar desde o primeiro quilômetro para já ter alguma vantagem logo na volta inicial. A motocicleta está 100%, assim como o meu preparo físico, e as expectativas são as melhores.” Para o desafio, Sacilotti já definiu o jogo de pneus Rinaldi. “Eu sempre uso o HE 40 na dianteira. Para ter ainda mais aderência na traseira por conta do solo arenoso, colocamos o SR 39”, concluiu Sacilotti. 

Seis estados confirmam participação na Copa Amazônia de Ciclismo em Sinop

Atletas dos estados de Goiás, Pará, Mato Grosso do Sul, São Paulo e

Espírito Santo, além dos matogrossenses, devem participar da Copa

Amazônia de Ciclismo, que será realizada dia 21 de outubro, em Sinop

(MT).

 

 

De acordo com o presidente da Federação Mato-grossense de Ciclismo

(FMTC), Manoel Lima, os atletas estaduais têm se destacado cada vez

mais no cenário nacional do ciclismo.

 

 

 

“Nas categorias de base, que compreendem os grupos Infanto-juvenil,

Juvenil e Júnior, os melhores atletas são de Mato Grosso, com destaque

para as modalidades do Ciclismo Olímpico e Cross Country Olímpico”,

afirmou Lima.

 

 

 

A prova em Sinop irá distribuir 40 pontos no ranking nacional, no qual

figuram diversos nomes de atletas de Mato Grosso.

 

 

 

“O ranking nacional se encerra no final de dezembro. No site da

Confederação Brasileira de Ciclismo é possível acessar a classificação

e conferir a colocação de nossos atletas”, informou o presidente da

FMTC.

 

 

 

Segundo Lima, as provas realizadas em Mato Grosso possuem excelente

nível técnico e têm como base o ciclismo europeu.

 

 

 

“Nosso nível é excelente. Estamos fazendo um ciclismo de base

espelhado no ciclismo europeu. A maioria de nossas competições é

formada por provas longas, nas estradas, com mais de 100 quilômetros

de distância. Em todas as categorias utilizamos a distância máxima

permitida. Recentemente atletas matogrossenses competiram em Campo

Grande [MS] e o estado ficou com a vitória em sete categorias”,

declarou.

 

 

 

De acordo com o presidente da FMTC, a meta da entidade é incluir o

maior número possível de atletas nos Jogos Olímpicos de 2016, que

serão realizados no Rio de Janeiro (RJ).

 

 

 

“A nossa base é focada sempre em aumentar as distâncias de nossas

competições em todas as modalidades. Todo esse esforço e dedicação tem

como meta principal a inclusão do maior número possível de atletas

matogrossenses nos Jogos Olímpicos de 2016”, acrescentou Lima.

 

 

 

As inscrições para a Copa Amazônia de Ciclismo podem ser realizadas

por meio do site www.canaldociclista.com.br até o dia 19 de outubro. A

competição terá 15 categorias.

Copa Fiat: verificação técnica muda resultado em Brasília

Christian Fittipaldi é desclassificado e André Bragantini herda vitória

 

A verificação técnica realizada após a segunda bateria mudou o resultado da Copa Fiat em Brasília. Na pista, a vitória havia sido de Christian Fittipaldi, resultado insuficiente para mantê-lo na luta pelo título na última rodada dupla no dia 4 de novembro no Velopark (RS). No entanto, os comissários técnicos descobriram uma irregularidade no carro da Fittipaldi Racing e o piloto foi desclassificado. Com isso, André Bragantini (Pater Racing) herdou o primeiro lugar, Cacá Bueno (GT/Itaú) subiu para 2º e Clemente Faria (W2) ficou em 3º, repetindo o seu resultado na corrida de abertura da programação.

 

A punição não provocou maiores alterações na situação do campeonato, que será decidido pelo líder Cacá e Bragantini. Com a nova classificação da 10ª etapa, Cacá tem agora 126 pontos contra 122 de Bragantini. O segundo colocado, embora tenha descontado um da vantagem do atual bicampeão, ainda precisará eliminar 10 pontos relativos aos dois piores resultados, enquanto Cacá levará a pontuação completa para o Rio Grande do Sul.

 

O resultado da prova ficou assim:

 

1 - André Bragantini, 11 voltas em 27min30s519

2 - Cacá Bueno, a 4s325

3 - Clemente Faria, a 4s345

4 - Thiago Camilo, a 5s817

5 - Luir Miranda, a 6s297

6 - Giuliano Losacco, a 11s191

7 - Cesinha Bonilha, a 11s376

8 - Ulisses Silva, a 14s798

9 - Leonardo Nienkötter, a 17s707

10 - Carlos Eduardo, a 24s298

11 - Rogério Motta, a 28s417

 

A nova classificação: 1, Cacá Bueno, 128 pontos; 2, André Bragantini, 124; 7, Christian Fittipaldi, 76; 4, Giuliano Losacco, 66; 5, Cesinha Bonilha, 45; 6, Popó Bueno, 38; 7, Ulisses Silva, 37; 8, Wellington Justino, 34; 9, Clemente Faria e Leonardo Nienkötter, 28; 11, Luir Miranda, 20; 12, Thiago Camilo, 18.

Faleceu o ex-piloto Luis Alberto Ribeiro de Castro, o Castrinho, pai de Christian e Matheus Castro

Acidente de moto causou o falecimento. Velório e sepultamento serão na tarde deste domingo, em Canoas (RS)

O automobilismo gaúcho e brasileiro - mais uma vez - está em luto. Estamos cumprindo o doloroso dever de informar o falecimento de Luis Alberto Ribeiro de Castro, o Castrinho, pai dos pilotos Christian e Matheus, que no último final de semana obtiveram excelentes resultados na Copa Montana e Mini Challenge, em Tarumã (RS).

 

As primeiras informações dão conta de que Castrinho - um dos grandes nomes da história do automobilismo gaúcho e brasileiro - faleceu na tarde deste sábado em um acidente de moto em Butiá, na BR 290, a cerca de 80 km de Porto Alegre. Betinho, como era chamado entre amigos e família, bateu de frente em um VW Fox.

 

Castrinho iniciou sua carreira em 1973, correndo com um Fusca, passou pela Fórmula Ford - onde foi duas vezes vice-campeão brasileiro - e venceu quatro edições das 12 Horas de Tarumã, além de inúmeras outras conquistas. Nos últimos dedicava-se de forma intensa ao acompanhamento da carreira de seus dois filhos.

 

Luis Alberto Ribeiro de Castro será velado e sepultado no Cemitério São Vicente, em Canoas (RS), na Av. Santos Ferreira, 3721, na capela 8. O velório deverá ser iniciado em torno de meio-dia e o sepultamento será às 15 horas.

Copa Fiat: Christian Fittipaldi vence segunda corrida em Brasília

Companheiro Mauri Zaccarelli fica sem freio, bate forte, capota e felizmente sai ileso

O domingo (7) em Brasília (DF) foi de muitas emoções na Copa Fiat, especialmente na segunda corrida da rodada dupla. Na primeira prova, Cacá Bueno foi o vencedor. Christian Fittipaldi terminou em sétimo, depois de largar em último, e o companheiro Mauri Zaccarelli por pouco não pontuou, terminando em 11º.

 

Na segunda corrida, largando da primeira fila, Fittipaldi ditou o ritmo da prova e venceu pela terceira vez na temporada. Já Zaccarelli foi personagem de um dos momentos mais preocupantes da corrida, com uma forte batida e uma capotagem, depois de ficar sem freios no final da reta dos boxes. Felizmente, o piloto nada sofreu.

 

Com os resultados da rodada, Bueno - terceiro colocado na corrida 2 - ampliou sua vantagem na liderança, com 126 pontos. André Bragantini - com dois segundos lugares neste domingo - é o vice, com 121. Os dois vão brigar pelo título na última rodada dupla, no dia 4 de novembro, no Velopark (RS).

 

Apesar da vitória na última prova do final de semana, Fittipaldi não tem mais chances matemáticas de ser campeão. O piloto está em terceiro, com 91 pontos.

 

"Estou contente com a vitória, mas ao mesmo tempo chateado por não poder mais lutar pelo título. Depois da segunda corrida em Curitiba (na 3ª etapa) entrei num buraco negro, com uma série de problemas com o carro, e perdi ai a chance de ser campeão. Mas pelo menos agora conseguimos sair deste buraco e vou para o Velopark sem pressão alguma para tentar terminar a temporada com mais duas vitórias", declarou Fittipaldi, que tem seis pódios em 2012 (três vitórias, um segundo e dois terceiros lugares).

 

O piloto também ficou aliviado ao ver o companheiro sair ileso do acidente no início da prova. "Fiquei feliz ao saber que o Mauri não sofreu nada. Os danos do carro a gente repara", completou.

 

Estreando na temporada, Zaccarelli também falou sobre o susto. "Fiquei totalmente sem freio, em um lugar onde estamos a mais de 200 km/h. Graças a Deus foi só um susto. Estou com o corpo um pouco dolorido, mas não sofri nada. Fiz questão de sair rápido do carro para todos verem que eu estava bem", comentou o piloto do ABC.

 

"O carro estava bom, já tinha ganhado algumas posições e acho que daria para brigar por um bom resultado. Foi uma pena por este lado, mas o mais importante de tudo é que estou bem e foi só um susto mesmo", continuou.

 

"Na primeira corrida, também larguei muito bem, passei quatro carros e por uma posição não pontuei. Como estou estreando e não conheço muitas pistas, tenho aprendido mesmo durante as provas, onde consigo evoluir melhor. Agora vamos tentar terminar a temporada com bons resultados no Velopark, outro circuito que será novo pra mim", finalizou. Zaccarelli é o 16º no campeonato, com cinco pontos.

 

Confira os resultados das provas em Brasília:

 

9ª etapa:

1 - Cacá Bueno, 13 voltas em 29:19.814

2 - André Bragantini, a 4.399

3 - Clemente Faria, a 6.691

4 - Thiago Camilo, a 9.224

5 - Popó Bueno, a 9.714

6 - Giuliano Losacco, a 10.309

7 - Christian Fittipaldi, a 16.524

8 - Cesinha Bonilha, a 28.985

9 - Wellington Justino, a 36.403

10 - Ulisses Silva, a 42.718

11 - Mauri Zacarelli, a 43.198

12 - Fernando Nienkotter, a 45.870

13 - Carlos Eduardo, a 52.457

14 - Renato Constantino, a 55.076

15 - Luir Miranda, a 1 volta

16 - Rogério Motta, a 3 voltas

 

10ª etapa:

1 - Christian Fittipaldi, 11 voltas em 27:30.122

2 - André Bragantini, a 0.397

3 - Cacá Bueno, a 4.722

4 - Clemente Faria, a 4.742

5 - Thiago Camilo, a 6.214

6 - Luir Miranda, a 6.694

7 - Giuliano Losacco, a 11.588

8 - Cesinha Bonilha, a 11.773

9 - Ulisses Silva, a 15.195

10 - Leonardo Nienkotter, a 18.104

11 - Carlos Eduardo, a 24.695

12 - Rogério Motta, a 28.814

 

Não completaram

Fernando Nienkotter, 7 voltas

Renato Constantino, 5 voltas

Wellington Justino, 3 voltas

Mauri Zacarelli, 3 voltas

Popó Bueno, 1 volta

 

Campeonato

1 - Cacá Bueno, 126 pontos

2 - André Bragantini, 121

3 - Christian Fittipaldi, 91

4 - Giuliano Losacco, 64

5 - Cesinha Bonilha, 44

6 - Popó Bueno, 38

7 - Ulisses Silva, 36

8 - Wellington Justino, 34

9 - Leonardo Nienkotter, 28

10 - Clemente Faria, 26

11 - Luir Miranda, 18

12 - Édson do Valle e Thiago Camilo, 16

14 - Fernando Nienkotter e Allam Khodair, 6

16 - Mauri Zacarelli, 5

17 - Betinho Sartório e Rogério Castro, 4

19 - Antonio Jorge Neto e José Vitte, 3

21 - Carlos Eduardo, 1

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